A diferença entre conseguir a concessão e ver o cliente sair de mãos vazias não é sorte. É ter o roteiro certo na hora.
A diferença entre o cliente sair de mãos vazias e sair com o benefício não é sorte. É o roteiro que você abre na hora.
“Sei que o cliente tem direito, mas o INSS nega e eu não sei como reverter.”
“Perco caso que era concessão certa por não saber fundamentar do jeito certo.”
“Cada indeferimento é um cliente que vai embora e não me indica pra ninguém.”
“Vejo colega conseguindo concessão atrás de concessão. O que ele tem que eu não tenho?”
Existem dois tipos de previdenciarista: o advogado(a) pombo, que reza para a concessão sair e perde o cliente quando o INSS nega, e o Advogado(a) Águia, que tem o roteiro que faz o benefício ser concedido. Cada concessão vira uma indicação, e é assim que o Advogado(a) Águia vira referência.
Faculdade, pós, OAB, nenhum deles te deu os roteiros prontos que fazem o INSS conceder e o juiz deferir. Você não perde concessão por falta de talento. Perde porque chega na hora sem o caminho que o colega mais preparado já tem na mão.
Faltava o roteiro certo, pronto, na hora certa.
Para cada benefício previdenciário ou assistencial, existe um caminho previsível: uma sequência de verificações, perguntas, documentos e providências que, se seguida com disciplina, maximiza a chance de concessão e minimiza o risco de indeferimento por falha sua (e não por falta de direito do cliente). Esse caminho é o que chamamos de roteiro de concessão.
A lei é pública. Saber o caminho exato que faz o INSS conceder, e o precedente que faz o juiz deferir, não é.
Todo advogado lê a mesma Lei 8.213. O que separa quem consegue a concessão de quem entrega o caso são as Ferramentas de Concessão Previdenciária: a norma certa para o benefício sair direto no INSS, e o precedente vinculante (TNU, STJ) que reverte o indeferimento na Justiça. Conforme o caso, cada roteiro traz a via administrativa, a judicial ou as duas.
Os artigos, decretos e normas certos para o benefício sair direto no INSS, sem processo. Concessão mais rápida.
Os Temas da TNU, precedentes do STJ e súmulas que revertem o indeferimento e fazem o juiz deferir.
INSS concedeu? Ótimo. Negou? Você reverte na Justiça.
De um jeito ou de outro, a concessão sai.
O roteiro te dá a concessão. E a concessão faz o resto acontecer, sozinha:
Você não vira referência cobrando mais caro. Vira concedendo mais.
Veja o que você encontra dentro de cada um dos 32 roteiros, usando um caso previdenciário como exemplo:
Cenário: indeferimento por falta de prova material, do Descritivo da Análise à sentença
O cliente chega com a carta de indeferimento na mão: “falta de comprovação de atividade rural em número de meses idênticos à carência do benefício”. A tentação é correr à Justiça com a mesma prova recusada; o caminho profissional começa pela autópsia do processo administrativo.
Baixe o processo e leia o Descritivo da Análise: ele mostra, base por base, os períodos validados, pendentes e invalidados. A conta é objetiva: 180 − meses validados = o que provar, e em quais intervalos exatos.
O checklist de onde buscar cada prova que falta: sindicato rural, Garantia Safra, PRONAF, ITR, CAR, fichas escolares dos filhos e os documentos do grupo familiar, que aproveitam ao segurado no regime de economia familiar.
Da DER à sentença, sem pular etapa: planilha de períodos, reentrevista focada nos meses faltantes, caça documental, escolha da via, petição inicial com tabela de provas e preparação da audiência.
Recurso à Junta de Recursos (prazo de 30 dias): gratuito, preserva a DER e vale quando o erro do INSS é flagrante e há documento novo e forte que não foi analisado.
Ação no JEF: a audiência de instrução com prova testemunhal é o complemento natural do início de prova material (art. 55, § 3º). O indeferimento já configura a pretensão resistida (Tema 350/STF).
Três saídas mapeadas: Junta manteve, a ação segue possível; sentença improcedente, recurso inominado com prova nova; ou novo requerimento com o acervo reforçado. Cada desdobramento tem uma saída.
Arts. 48, 143, 55 § 3º, 106 e 38-B da Lei 8.213/91; IN 128/2022, art. 116; Súmula 149/STJ e Súmula 14/TNU, reunidos em um quadro com o que cada dispositivo estabelece.
Cada roteiro resolve um cenário específico do caso (ex.: um BPC já indeferido na via administrativa segue um roteiro; um BPC com laudo desfavorável segue outro). São 32 no total, cobrindo os benefícios que mais aparecem no seu escritório:

“Tudo o que está nestes roteiros passou por esses dois olhares: o do juiz que decidia e o do advogado que concede.”
Sou Mestre em Direito Previdenciário pela UERJ, autor de livro na área, palestrante nacionalmente conhecido e fundador da EPREV, a Escola Prática Previdenciária, que já formou mais de 19 mil alunos em todo o Brasil.
Mais de 15.000 advogados aplicam o método ePREV. Concessões reais dos alunos, em documento. Nomes e números tarjados por privacidade:




Advogados da ePREV transformando indeferimento em concessão. Depoimentos reais da comunidade:
Tive mais uma concessão de aposentadoria. O cliente já havia tentado com outro profissional por 4 vezes e foi indeferido. Analisei o caso, achei um período da CTPS que não constava no CNIS, fiz novo requerimento e foi concedido!
Aposentadoria · onde outro perdeu 4×Sou aluna e consegui benefício por incapacidade em 12 dias.
Incapacidade · concedida em 12 diasVou conseguir o meu maior honorário graças às aulas e ao modelo de petição de auxílio-acidente. O INSS ofereceu uma proposta de acordo que eu nunca imaginei, dos últimos 5 anos.
Auxílio-acidente · maior honorário da carreiraDepois do indeferimento, entrei com um novo pedido administrativo e o benefício foi deferido em 6 dias. Depois dessa concessão, ainda aposentei o marido da cliente, três irmãos dela e um sobrinho. Essas vitórias não seriam possíveis sem os conhecimentos da ePREV.
Concessão em 6 dias · +5 clientes indicadosCompartilho a concessão do salário-maternidade com apenas 1 contribuição para segurada contribuinte individual, concedida administrativamente. Gratidão!
Salário-maternidade · concedido no INSSMandado de segurança, pensão com erro administrativo. Concessão em 10 dias. Cobrei 30% e recebi em 20 dias, entre protocolo e pagamento: R$26 mil.
Pensão por morte · R$26 mil em 20 diasAjuizamos corretamente e obtivemos êxito. Esse processo resultou em honorários superiores a R$150.000,00, um marco significativo na minha carreira. Gratidão à ePREV.
Um processo · +R$150 mil em honoráriosApliquei o que aprendi e consegui aposentar uma cliente em 48h no administrativo. É incrível conseguir concessões de benefícios em tempos recordes!
Aposentadoria · concedida em 48h
Use o primeiro roteiro no seu próximo caso. Se em 7 dias achar que não vale cada centavo, devolvo 100%, sem pergunta. O único jeito de sair perdendo é continuar entregando concessões que davam para ganhar.
Continuar entregando o caso e vendo o cliente sair sem o benefício quando o INSS nega. Perdendo a indicação e vendo outro advogado conseguir a concessão que era sua.
Ter, por R$67, os 32 roteiros que fazem o benefício ser concedido, nas duas vias, e virar a referência da sua cidade, uma concessão de cada vez.
32 roteiros que fazem o benefício ser concedido, na sua mão, antes do próximo cliente sentar na sua frente.